sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Motéis mais caros do Brasil

Aproveitando o tópico sobre os Motéis fiz uma relação bastante sugestiva e interessante (ou não) sobre os motéis mais luxuosos e caros de alguns estados do nosso país. Agora vocês vão saber para onde o dinheiro dos casais mais afortunados está indo.
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Pra quem tem certa atração pela Idade Média, o Motel Camelot no Rio Grande do Sul é uma opção tentadora. A visualização do motel por fora já é estonteante e mostra bem a idéia medieval. O motel em si é um grande castelo, com relevo de pedras e decoração da época. Todas as suítes não saem desse estilo épico, mas suas decorações são bastante atraentes e os detalhes incríveis.

A Suíte Real é a mais tentadora de todas. Ela possui Garagem com elevador, uma bela Hidromassagem, Lareira, Luz negra, Pista de dança, Salão de festa com churrasqueira e Masmorra com 2 jaulas. Jaulas? Sim, total clima épico que fará sua amada se sentir uma verdadeira rainha ou sua eterna prisioneira!
Vale a pena dar uma olhadinha no site (que por sinal é muito bonito e interativo), com tudo muito diferente daquele basicão que vemos por ai!

Fora o preço que está bem dentro da média.
O valor da suíte pra 4 horas é de R$209,00 ou Pernoite de R$289,00.
Achou caro? Continua lendo.



Em Sampa temos o Motel Astúrias, que eu julgo ser o “piorzinho” de todos da lista.
O site não mostra nada de demais, as suítes são simples, sem muitos acessórios ou decorações especiais.

A Suíte Presidencial não tem nada a mais do que uma Cama, Piscina com iluminação em Fibra ótica, Deck com cadeiras de sol, Hidromassagem, um banheiro simples e uma Saleta pra serviço de quarto. E TUDO isso não sai por menos do que R$440,00 por 4 horas!
Particularmente não conheço o motel, mas pela descrição não tenho o mínimo interesse em conhecer =P

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Bom, subindo mais um pouco temos o Vips no Rio de Janeiro. Não encontrei o site desse motel, mas a descrição e as fotos retiradas na net são muito boas.

A Suíte Millenium é a bam-bam-bam do lugar, possuindo 2 Camas de casal, Aparelhagem de ginástica, Churrasqueira, Home theater com Telão, Hidro, Piscina com Cascata, Sauna a vapor, Sauna seca, e Terraço.

A estadia não sai por menos de R$640,00 por 8 horas e a hora excedente é R$102,40. Tudo bem, 8 horas é legal, mas R$640,00 é grana hein?! Rs



Na terra do axé temos o Motel DelRey. Esse belíssimo motel baiano surpreende com sua infraestrutura arrojada, moderna e elegante. O site é muito bem elaborado e bem interativo, onde é possível ver fotos das suítes de vários ângulos.

Ele possui desde suítes comuns (mas muito charmosas e aconchegantes) até a mega-ultra-master-blaster Suíte Gruta Azul. Essa suíte é totalmente diferenciada do que conhecemos. O ambiente dela é exatamente uma gruta, onde fica o quarto. Ela é toda de pedra, com decoração exclusiva retratando um ambiente selvagem, entre mata e rocha. Muito rústico? Que nada! A suíte é um encanto só! Ela possui uma enorme piscina externa com 2 quedas d´agua, boate, sauna, uma super hidromassagem, cama de couro, TV 34” plasma, sofá e até uma onça de madeira pra deixar um clima bem selvagem, rs. Os itens em si não tem nada demais (tirando a piscina que é bem legal) mas é o ambiente diferenciado que torna a suíte encantadora e inusitada!

O precinho é lá um tanto picante, mas quem puder pagar R$310,00 por 3 horinhas ou R$336,00 pela pernoite vai ter certeza de que será uma experiência pra lá de interessante! Quer saber como viviam os Flinstons? Vá pra Gruta Azul!



Chegando até Recife, o Motel Lemon é um dos mais caros e mais conhecidos. Suas suítes não são temáticas, pelo contrário, a variedade se restringe a apenas 4 tipos de suítes, todas no estilo Flat onde o cliente se sente hospedado de férias em um Hotel 5 estrelas. O motel investe em suítes com conforto e tecnologia. São básicas porém sofisticadas. Todos os ambientes possuem TVs de LCD, iluminação arrojada e decoração visando tranqüilidade.

A suíte mais Hightech é a Loft Plus, que possui 500 m2 de área, Piscina de champagne, Piscina ao ar livre com cascata, Home theater com telão 200 polegadas, 4 camas soft Box, Notebook com internet wireless, TVs de plasma, Hidromassagem com fibra ótica, iluminação por controle sem fio e até heliponto!

Pra quem tem seu próprio helicóptero certamente vai achar super baratinho investir apenas R$429,00 por 4 horas ou R$919,00 a diária!

                                                                               §2
E aí, depois disso você ainda regula levar sua amada ao motel devido aos preços? Que nada! Dinheiro é psicológico. Abre essa carteira menino! Rsrs =P
                                                                               §2

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Ciclo do Namoro em 12 meses

Qualquer relação com os fatos são méras coincidências, rsrsrs

No início é assim...

1º. Mês:
Não se senta, não toma café, tudo esta bom, diz sempre "por favor" e "obrigado".


2º. Mês:
Senta-se (pouco a vontade), toma café mas não come bolo, faz carinho no cachorro, tudo esta ótimo.


3º. Mês:
Almoça na casa da namorada, toma whisky com o sogro, abre a geladeira sozinho e repara nas coxas da cunhada.


4º. Mês:
Põe os pés na mesa da sala, vai ao banheiro (de porta fechada), já arrota na frente da namorada e da palpites.


5º. Mês:
Entra sem ser convidado, serve-se sozinho na hora das refeições, limpa a boca na toalha da mesa e transa no sofá da sala.


6º. Mês:
Almoça e janta, pede o carro emprestado para o sogro, peida no sofá sem nenhum constrangimento, mostra o dente cariado para a sogra.


7º. Mês:
Dorme com a namorada nos finais de semana. Na hora do jantar levanta e ajeita a cueca na bunda com o dedo e continua a comer.


8º. Mês:
Reclama da sogra, mija com a porta do banheiro aberta, passa a mão na bunda da cunhada.


9º. Mês:
Caga e não dá descarga, transa na cama da sogra e limpa o pau na cortina, chuta o cachorro.


10º. Mês:
Passa mais tempo na casa da sogra do que na sua, trata a namorada como empregada e pede dinheiro emprestado ao sogro.


11º. Mês:
Grita com todo mundo da casa, xinga a sogra, espanca o cunhado mais novo.


12º. Mês:
Acaba com o namoro, pois não suporta mais a família dela!

...E no fim fica assim!

E você, em que mês está? rsrsrs

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

As várias faces do Motel


Quando se fala em Motel, qual a primeira coisa que vem na cabeça? Sexo, certo? Para muita gente, a palavra motel significa “local pra sacanagem”. Conheço muitas pessoas que dizem não ter interesse em freqüentar, algumas tem receio do local, e outras que nem conhecem, dizem não querer conhecer. Seja por falta de dinheiro, de interesse, receio com a limpeza, ou medo de ser visto por algum conhecido, sempre teremos algum conhecido que quando se fala em motel vai torcer o nariz e fazer aquela cara de “Você acha que vou a lugares assim?!”

Mas motel não é apenas sacanagem não! Muitas vezes num relacionamento de longos anos, chega uma hora que os momentos a dois no ambiente caseiro enche o saco (principalmente quando se mora com os pais). Não dá pra ficar junto com a pessoa amada por mais de 10 minutos sem alguém chamar e interromper tudo. Seja uma conversa, sexo ou um filme que estão assistindo, ter que ir pra cá e pra lá toda hora é terrível!


No começo de namoro ninguém tá nem aí, pode haver 200 interrupções que a gente sempre volta no pique, cheio de amor pra dar, com a clássica frase “Onde paramos mesmo?”. Mas parece que conforme os anos passam a paciência e esse ânimo vão se esgotando aos pouquinhos, vão sumindo, até que na primeira interrupção (do único dia que vocês tem pra ficarem juntos) você se levanta, pega suas coisas e diz: “Faz assim, fica você na sua casa e eu fico na minha tá?” Que bobagem né? Bobagem nada! É o limite do ambiente caseiro. Falta alguma coisa pra ligar vocês, algum lugar que os deixem a vontade, com a certeza de que ninguém vai chamar, o telefone não vai tocar e nem o cachorro vai entrar correndo no quarto.

E por que não um motel?


Claro que existem vários tipos de motéis, desde os “meia-boca” de beira de estrada onde a água não esquenta direito e o secador de cabelo tá possuído e se liga sozinho; até aqueles semi-resorts em que você acaba deixando o salário todo lá e sabe que vai passar o resto do mês vivendo de miojo. Mas vale a experiência, o negócio é procurar. De alguma forma todo mundo sabe qual a diferença (ou ao menos já ouviu falar) entre um motel “Koxixo” e outro 5 estrelas. Os detalhes são gritantes e fazem muita diferença na hora de passar um momento tranqüilo com seu amor. Não me refiro a granitos importados da Grécia ou molduras banhadas a ouro, esses detalhes são superficiais demais, e não vão fazer diferença nenhuma na sua estadia (apenas no seu bolso). Limpeza é Fundamental, nem estou me referindo a isso também. Mas a gente percebe a sutil diferença entre taças e copos vendidos no R$1,99 (daqueles que se você bate o fundo sai inteiro =P), entre toalhas lacradas nos plásticos e toalhas amontoadas em cima da cama, entre fronhas de algodão grosso bordadas e fronhas quase transparentes de tão lavadas. Sabe, um trançado sobre a cama feito com o lençol já dá um tchan diferente, passa um ar de cuidado e capricho ao local. São esses pequenos detalhes que diferenciam o atendimento e a atenção desses locais para com os clientes.

 














Mas o principal nesse dia a dois é o tempo. Não adianta levar seu amor ao melhor motel do estado pra ficarem por lá apenas 3 horas! Em 3 horas a sua mulher não vai conseguir resumir nem metade da semana dela. Vocês precisam de TEMPO juntos! Esse é o ponto principal. Só vocês. Procure um lugar legal, onde a permanência seja de no mínimo 12 horas em algum dia da semana. As pernoites e perdias tem sempre esse esquema de horas a mais. Não precisa ser aquele final de semana batidão, pode ser qualquer outro dia. Faça uma surpresa! As vezes o que a outra pessoa precisa é a que você apenas diga “Vá se arrumar e vamos sair!”, sem dar explicações, sem perguntar se ela quer sair, sem dizer pra onde ou porque. Apenas “vamos”, sem pensar demais! Lembre-se que o intuito de ir a um motel não é só sexo, e sim conseguir ter um pouco de privacidade entre vocês, de contato, de carinho. Conversem, entendam-se, riam, amem. Deixem aquelas pessoas desanimadas e cansadas fora do quarto. Que tal uma massagem sem segundas intenções? Tudo isso é uma excelente terapia a dois.


Depois desse tempinho num mundo só de vocês, tenho certeza de que estarão renovados para encarar mais uma dose de trabalho, estresse, correria e dia-a-dia, de uma forma infinitamente mais leve, e principalmente, em total sintonia com seu amor!


quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Dar não é fazer Amor


Dar é dar.
Fazer amor é lindo,
é sublime,
é encantador,
é esplêndido,
mas dar é bom pra cacete.

Dar é aquela coisa
que alguém te puxa os cabelos da nuca,
te chama de nomes que eu não escreveria,
não te vira com delicadeza,
não sente vergonha de ritmos animais.

Dar é bom.
Melhor do que dar, só dar por dar.

Dar sem querer casar,
sem querer apresentar pra mãe,
sem querer dar o primeiro abraço no Ano Novo.

Dar porque
o cara te esquenta a coluna vertebral,
te amolece o gingado, te molha o instinto.

Dar porque
a vida de uma publicitária em começo de carreira
é estressante, e dar relaxa.

Dar porque
se você não der para ele hoje,
vai dar amanhã, ou depois de amanhã.

Dar sem esperar ouvir promessas,
sem esperar ouvir carinhos,
sem esperar ouvir futuro.

Dar é bom, na hora.
Durante um mês.
Para as mais desavisadas, talvez anos.
Mas dar é dar demais e ficar vazia.

Dar é não ganhar.
É não ganhar
um eu te amo baixinho perdido no meio do escuro.
É não ganhar uma mão no ombro
quando o caos da cidade parece querer te abduzir.
É não ter alguém pra querer casar,
para apresentar pra mãe,
pra dar o primeiro abraço de Ano Novo e pra falar:
"Que cê acha amor?".

Dar é inevitável,
dê mesmo, dê sempre, dê muito.
Mas dê mais ainda,
muito mais do que qualquer coisa,
uma chance ao amor, esse sim é o maior tesão.
Esse sim relaxa,
cura o mau humor,
ameniza todas as crises e faz você flutuar.

Experimente ser amada...

(Luís Fernando Veríssimo)

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

No Banheiro...

Atenção Homens! Vamos explicar agora, resumidamente, porque sua amada demora tanto a sair de um banheiro público. Prestem atenção!


Agora entendem? rs

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Quando o Respeito vai pra b****


É normal que depois de certo tempo de relacionamento, seja no namoro, noivado ou casamento, a Intimidade aumenta gradualmente. Ela chega devagarzinho, vai se acomodando, e quando se vê, ela dá um chaga-pra-lá no pobre do respeito e o bota pra fora de casa!

É nessa hora que o relacionamento começa a balançar, pois o que se pode esperar de uma união onde ninguém se respeita? Tem gente que preza muito mais a tal “fidelidade” do que o próprio respeito. Fidelidade, Lealdade, e vários outros itens que muita gente bota na listinha do “relacionamento ideal”, geralmente, ficam sendo os mais importantes e o respeito (se entrar na lista) fica lá atrás. Quem quer trair vai trair e pronto, e não vai ser por falta de fidelidade, e sim (e principalmente) por falta de Respeito para com a outra pessoa, aquela a quem você escolheu para estar ao seu lado, lembra?

Chega uma hora também, depois de algum tempo, que o casal passar a ter um convívio meio que “parental”. Tudo bem, concordo que de certa forma as mulheres se tornam “mães” dos seus parceiros por obrigação imposta por eles, já que eles precisam que alguém enfie um casaco neles quando faz frio. Pra eles pneumonia é psicológico! E dentre outras infinitas coisinhas que poderiam virar um livro de auto-ajuda.

Aproveito para dar um recado aos homens inteligentes e compreensivos que lêem esse blog: “Nós D-E-T-E-S-T-A-M-O-S quando vocês tomam uma atitude irresponsável e ainda por cima sabem que estão errados. Nossa maior vontade nesses momentos é de devolver vocês pras suas queridas mães!”
Fora isso, uma relação forte e saudável deve ter, acima de tudo, muito respeito. Respeito pelo homem que é seu companheiro, pela mulher que viveu sem você até lhe conhecer, respeito pela pessoa em si. Pelo profissional, pelo amigo, respeito por alguém que está ao seu lado, que quer dividir bons momentos com você. Devemos lembrar que aquela pessoa ao seu lado não é uma posse, ela está ali porque quer, e porque se sente bem.

Claro que todos temos dias de mau humor, aquele dia que você quer sumir e que o mundo exploda. Nesse dia a gente até pode acabar estourando com a pessoa amada, falando coisas desnecessárias, tomando atitudes sem pensar. Ofendendo e discutindo. O que não se pode perder é o Respeito nesse momento. O “desculpe, estou nervoso”, ou o “perdão, tive um dia difícil” também são sinônimos de Respeito. Respire. Conte até 10. Por que você estava bravo mesmo? A seu companheiro(a) tem algo a ver com isso? Não grite, converse! Se gritou, peça desculpas! Ainda está irritado(a)? Fique no seu canto. Não é por que você está num “mau dia” que tem que acabar com o dia das outras pessoas ao seu redor também.

Nesses casos, a outra pessoa também deve procurar ajudar. Seu amado(a) está bravo? Irritado? Confuso? Triste? Estressado? Deprimido? Você pode fazer algo para ajudar. Que tal um abraço? Um gesto de carinho? Uma avalanche de beijinhos, daqueles que fazem cosquinha e de tão gostosos são capazes de fazer um guarda inglês sorrir. Uma massagem ou um carinho nos cabelos acalmam qualquer coisa. Não precisa conversar ou insistir que a pessoa fale, muitas vezes não estamos dispostos a conversar sobre nada, só queremos paz e um cólinho. Um pouquinho de mimo faz bem em qualquer hora, sejam nos bons ou maus momentos, e são nessas horas que realmente damos mais valor á pessoa que está ali, há horas, tentando te animar. Que seja com um beijo carinhoso ou com apenas sua presença.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Aí a briga começou...


Minha esposa sentou-se no sofá junto a mim enquanto eu passava pelos canais.
Ela perguntou: “- O que tem na TV? ”
Eu disse: “- Poeira. ”
Aí a briga começou…

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Minha esposa estava dando dicas sobre o que ela queria para seu aniversário que estava próximo.
Ela disse: “- Quero algo que vá de 0 a 100 em cerca de 3 segundos. ”
Eu comprei uma balança para ela.
Aí a briga começou…

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Quando cheguei em casa ontem a noite, minha esposa exigiu que a levasse a algum lugar caro.
Então eu a levei ao posto de gasolina.
Aí a briga começou…

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Minha esposa e eu estávamos sentados numa mesa na minha reunião de colegial, e eu fiquei olhando para uma moça bêbada que balançava seu drinque enquanto estava sozinha numa mesa próxima.
Minha esposa perguntou: “- Você a conhece?”
“- Sim,” – disse eu – “Ela é minha antiga namorada… Eu sei que ela começou a beber logo depois que nos separamos há tantos anos, e pelo que sei ela nunca mais ficou sóbria.”
“- Meu Deus!” – disse minha esposa- “quem pensaria que uma pessoa poderia ficar celebrando por tanto tempo?”
Aí a briga começou…

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Depois de aposentar-me, fui até o INSS para poder receber meu benefício. A mulher que me atendeu solicitou minha identidade para verificar minha idade. Chequei meus bolsos e percebi que a tinha deixado em casa. Disse a mulher que lamentava, mas teria que ir até minha casa e voltar depois.
A mulher disse: “- Desabotoe sua camisa.”
Então, desabotoei minha camisa deixando exposto meus cabelos crespos prateados.
Ela disse: “- Este cabelo prateado no seu peito é prova suficiente para mim.”
E processou meu benefício. Quando cheguei em casa, contei entusiasmado o que ocorrera para minha esposa.
Ela disse: “- Por que você não abaixou as calças? Você poderia ter conseguido auxilio-invalidez também…”
Aí a briga começou…

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A mulher está nua, olhando no espelho do quarto de dormir. Ela não está feliz com o que vê e diz para o marido:
“- Sinto-me horrível; pareço velha, gorda e feia. Eu realmente preciso de um elogio seu.”
O marido retruca: “Sua visão está perfeitíssima! ”
Aí a briga começou…

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Eu levei minha esposa ao restaurante. O garçom, por algum motivo, anotou meu pedido primeiro.
“- Eu vou querer churrasco, bem mal-passado, por favor.”
Ele disse: “- Você não está preocupado com a vaca-louca?”
“- Não, ela mesma pode fazer seu pedido.”
Aí a briga começou…

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O marido volta do médico após uma consulta e a esposa toda preocupada, pergunta-lhe:
“- E então, o que o médico lhe disse?”
De pronto, ele respondeu:
“- A partir de hoje, não faremos mais amor, estou proibido de comer qualquer coisa gorda.”
Aí a briga começou…(e voltei ao hospital)

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Então tá... Vamos falar de Sexo!


 Antigamente, ou pelo menos há algumas décadas atrás, o Sexo estava longe de ser o que é hoje, pelo menos verbalmente, pois como dizia meu saudoso avô: “Ninguém precisa ensinar á um cachorro como fazer sexo”. Todos sabem o que é, e sendo praticante ou não, quando chegar a hora, ninguém vai precisar de um manual de instrução pra botar “isso-naquilo”. Claro que não estou me referindo ao prazer, pois quando se entra nesse aspécto, às vezes um manual de instrução seria muito bem vindo, não é? Estou falando apenas da parte física da coisa, bem simples, encaixou-acabou, páh-pum.

O sexo sempre foi tabu, proibido, vergonhoso, não se podia gostar (pelo menos as mulheres descentes) e quem fazia (geralmente) eram as pessoas casadas e com a intenção de gerar filhos. O sexo não era o esporte que é hoje. Era obrigação de estado civil. Quem era casada devia fazer de qualquer forma, cumprindo suas obrigações matrimoniais, e as solteiras, nem falavam sobre isso. Mas todos sabemos que isso era só blá-blá-blá e que muitas das mulheres de antigamente “davam mais que chuchu na horta”, rs. Óbvio que muitas delas gostavam da coisa, mas não se podia compartilhar isso com ninguém (diferente de hoje em que a gente faz um post em um blog sobre sexo =P).

E onde estão os homens nessa história? Provavelmente comendo suas mulheres ou na zona. Sim, zona no passado era mais “aceita” do que hoje. Se um marido (ou noivo, etc) fosse numa zona antigamente, o que acontecia? Geralmente? (eu disse geralmente pois tudo tem sua exceção) Nada! Muitas vezes suas mulheres até sabiam, mas não se opunham ou diziam uma palavra sobre isso. A vergonha movia o mundo. E hoje? Hoje se um homem comprometido vai a um lugar desses, a chance de ir parar num programa de televisão, em rede nacional, com o tema “Sou casada há 10 anos e ele vive no puteiro” é muito grande.


Mas o amor já existia ligado ao sexo. Muito antes do surgimento da TV com suas novelas e romances (alguns dos quais nossas mães com certeza lembram com certo fervor e saudade), infinitos escritores já falavam sobre o sexo como dádiva divina, sobre a espera de sua amada, o encontro dos corpos, os toques contidos, doce magia, suave volúpia, angústia, espera, tesão e prazer de uma forma extremamente lúdica e apaixonante, quase fora do real, aos céus. Daquela forma de paixão que todo ser deseja vivenciar por um dia, por uma vida. Arrebatadora. Que faz morrer.

Como exemplo bem oportuno, posto trecho de um poema de Álvares de Azevedo (que adoro!) podendo ilustrar bem sobre o que estou falando:

MALVA-MAÇÃ

 “De teus seios tão mimosos
Dá que eu goze o talismã!
Dá que ali repouse a fronte
Cheia de amoroso afã!
E louco nele respire
A tua malva-maçã!

Dá-me essa folha cheirosa
Que treme no seio teu!
Dá-me a folha... hei de beijá-la
Sedenta no lábio meu!
Não vês que o calor do seio
Tua malva emurcheceu?...

A pobrezinha em teu colo
Tantos amores gozou,
Viveu em tanto perfume
Que de enlevos expirou!
Quem pudera no teu seio
Morrer como ela murchou!

Teu cabelo me inebria,
Teu ardente olhar seduz,
A flor de teus olhos negros
De tu'alma raia à luz...
E sinto nos lábios teus
Fogo do céu que transluz![...]


Eis que surge a TV! E os romances ficam diante dos olhos de todos, e como se fosse uma propaganda num comercial, todos querem aquilo também! Todos querem se entregar, e gritar ao mundo que amam e são amados, que possuem companheiros aos seus lados e que querem se entregar completamente a esse sentimento. Então aquele Sexo do passado, básico e quase sem graça, com prazeres ocultos e inexplorados, sombrio e cheio de pudor, dá a mão ao Amor, e juntos criam a Paixão. Algo além dos homens, algo além de tudo, todos buscam sem receios. O sexo em si ficou camuflado, mas deu lugar a um conjunto muito mais importante.


E você, já encontrou o que havia naquela propaganda? §2


sábado, 2 de outubro de 2010

Final de semana... E agora?

Finalmente chega o tão aguardado final de semana. Hora de rever o parceiro(a), ficarem juntinhos, conversarem sobre a semana e passar um tempo à dois, ou pra quem mora junto, hora de sair da toca e fazer alguma coisa diferente. Mas e quando o final de semana também vira rotina?

Sabe quando você se dá conta de que não faz outra coisa com a pessoa amada que não seja as mesmas coisas de sempre? Chega o final de semana e vocês vão fazer o que? “Humm... que tal comer fora?” Aí você pensa: “De novo?!”  Claro que não tenho nada contra sair para jantar, aliás adoro a companhia do meu companheiro, mas estava conversando com uma amiga certa vez, e ambas chegamos a conclusão de que depois que os anos passaram, os finais de semana de nossos relacionamentos se resumem a sair pra comer, rs. Parece que chega um momento em que as pizzarias já aguardam nossa presença e que a atendente do Mc Donnald´s já sabe nosso pedido.

Vamos listar as opções mais freqüentes de entretenimento no final de semana dos casais:

*Comer fora*
Não importa onde, a hora e nem o que, pode ser um barzinho, um boteco, o boliche, um local com boa música, aconchegante ou mais badalado, pode chamar do que quiser, mas se está com fome e lá vende alguma coisa comestível (ou bebível), a opção se chama comer fora!



*Cinema*
O cinema muitas vezes consiste em passar por volta de 2 horas assistindo o filme e algum tempo anterior batendo perna no shopping (podemos incluir nesse item também o “comer fora”, rs). Nisso o programinha já rendeu boas horas do final de semana e você pode dormir com a consciência tranqüila de ter feito algo com seu amor.



*Ficar em casa*
O mais prático de todas as opções, e com a vantagem de poder fazer tudo de uma só vez! Que tal ficar em casa assistindo um filminho e comendo alguma coisa? Parece ótimo (e muitas vezes é ótimo mesmo) mas depois de um tempo essa soma fica assim:

Ficar em casa + Assistindo filme + Comendo porcarias + Anos de relacionamento (Bônus) = pé no saco!



Mas existe alternativa de diversão para casais hoje em dia?

Num país onde a diversão muitas vezes se resume em baladas e festas, com toda aquela bebida e pegação, muitos casais se sentem oprimidos e intimidados e recusam a levar seus parceiros a lugares como estes, pois já que se tem alguém, freqüentar lugares assim já não é mais preciso, certo?

Pode ser. Depende muito do casal, pois se for pra chegar numa boate e um dos dois ficar encanado com o “cara que tá te olhando” ou a “moça que esbarrou em você”, é melhor nem irem. O bacana é encarar um lugar desses como se vocês não se conhecessem, como se estivessem lá pra curtir um ao outro, dançarem até se acabar, podendo admirar como ele continua sedutor ou como ela está bonita. Buscar aquele casal do início do relacionamento é sensacional, deixando aflorar todo aquele charme conquistador e irresistível que foi empenhado para seduzir aquela pessoa. E depois que seduziu? Acabou?

Claro que não! O amor é como uma grande chama (é uma metáfora batida mas expressa muito bem como o negócio funciona). Ela te aquece, te faz bem, te conforta, mas de tempos em tempos chegam tempestades que podem apagá-la ou deixá-la mais fraca, por isso é preciso mantê-la acesa, e só nós mesmos podemos fazer isso. Se apenas um integrante do casal permanece colocando a lenha, logo a pessoa se cansará e o esforço pode ser em vão. Num relacionamento forte os dois devem cuidar para que ela não se apague.

E o que isso tem a ver com os finais de semana? Tudo! Que tal um final de semana diferente?
Vão sair pra comer? Que tal um restaurante totalmente novo? Um barzinho novo? Uma boate nova? Já comeram açaí? Crepe? Pastel pra dois?
Vão ao cinema? Que tal pegar a última sessão de um filme que nenhum dos dois pensou em ver?
Vão ficar em casa juntinhos? Que tal transferir esse clima a dois pra uma tarde em um hotel/motel? Por que não dão uma caminhada num parque? Tomam um banho juntos? Jogam cartas ou games? Descobrem uma posição nova no sexo?

Quando se é feliz ao lado da pessoa amada, qualquer lugar é ideal pra se acender uma fogueira.


sexta-feira, 1 de outubro de 2010

A Conquista e o Tempo

Quando se está num relacionamento, a conquista é algo marcante no início, presente apenas para cativar a pessoa desejada até que ela se renda e passe a dançar no mesmo ritmo que a outra. Passada a aflição do “Ufa, consegui” as pessoas deixam a conquista de lado e partem pra área do Conforto e do Comodismo.

Em todo relacionamento de longa data, chega um momento em que a vida a dois acaba caindo (de certa forma) na maldita rotina!

O fato é que de alguma forma, com o passar dos anos, as coisas dão uma mudada sim, às vezes num ritmo acelerado e às vezes naquela calmaria de dar arrepio. O que importa é perceber como está o relacionamento como um todo. Poder perguntar-se: “Você está feliz?” e se “Seu parceiro(a) está feliz?” e ainda “O que podemos fazer pra melhorar?”

Sabe aquela data simplezinha que vocês comemoram de alguma forma? Que tal fazer uma surpresa? Fazer algo diferente? Que tal mandar flores (para ele ou para ela)? Ou comprar um ursinho? Tá sem grana? Não é desculpa! Faça um cartão, compre uma caixa de chocolates, um bombom. Escreva um bilhete dizendo o quanto a pessoa é especial pra você!

Lembre-se que os únicos laços eternos são os parentais, não importa o quanto seus pais te magoem, eles nunca deixarão de serem seus pais. Agora, seu companheiro(a) não está ao seu lado por obrigação, a pessoa amada ficará o tempo que quiser e enquanto aquele relacionamento fizer bem para ela. Já ouviu aquele papo de “Quem gostar de mim tem que gostar do jeito que eu sou”? ESQUECE! Não funciona assim messsmo! Para um bom relacionamento dar certo é preciso adequar certas coisas aos dois. Os dois terão de mudar um hábito aqui, uma coisinha ali, pra conseguir manter a harmonia na convivência.

Vamos encarar cada dia como sendo único e tentar fazer o melhor possível para alegrar a pessoa amada, com elogios, com algo que você disse ou fez no início do relacionamento, com um beijo sem pressa, ou um bilhetinho carinhoso... e mesmo que não seja nenhuma data especial!

"As Atitudes e os Desafios tornam o Amor mais Saboroso"